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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Ficar em forma

Esse é o Guarujá-SP minha cidade natal.
Confesso que amo praia, embora meu trabalho no momento me impeça de estar em contato com isso.
A última vez que fui para lá vi todo tipo de gente diferente, mas essas duas senhoras me fizeram rir 3 dias após eu ter deixado a cidade.




Por que?!
Ora, eu havia tirado fotos das praias, dos meus sobrinhos e tudo que eu tinha saudades. (sim, eu que tirei as 5 fotos desse post)
Em 3 fotos eu vi manchinhas lá no fundo e resolvi aumentar a imagem.
Ao aumentar percebi que seguia uma sequencia e ri compulsivamente cada momento que olhava para elas.
Mas dei por mim que elas estavam certas, eu deveria malhar.
Sim, era verão e eu percebi que se eu tivesse a força de vontade dessas senhoras eu estaria fazendo a mesma coisa, mas não de maiô, pois não tenho corpo tão...deixa pra lá.

É isso.

Vamos malhar?!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Normal

Ele olha pela janela e imagina como seria a vida longe de tudo que é normal, de tudo que é familiar aos seus olhos, de tudo que ele sempre viu, de tudo.
Sabe o nome de cada rua, a quem pertence cada carro na avenida principal.
Sua voz é conhecida por cada ouvido e seu estilo é observado por cada jovem, adulto e criança.
Ele não quer uma vida neste lugar normal, onde tudo é familiar e onde já viu tudo que era possível ver.
Seu espírito não pertence a este lugar onde seus pais o criaram.
O gosto em sua boca, o cheiro em seu nariz, a textura das coisas e o modo como enxerga não são os mesmos desde que ele completou 18 anos.
Seus amigos mudaram e seu carater seguiu caminho contrário ao deles.
Comparado a garotos/homens da sua idade ele é um ancião. Não que ele seja precoce, mas sim por ser mais inteligente.
Algo naquele lugar normal era familiar para ele que via tudo e o alegrava só pelo cheiro da manhã, pois a manhã mostrava que mais um dia começava e que seu futuro longe dali estava próximo.
Seu nome era único na cidade, na sua idade e entre os amigos.
Não era estranho, mas era distante, completo, sem complementos e sem vícios ocultos.
Ele tinha sentimentos, mas não gostava de ferí-los e por isso não feria os de ninguém.
Claro que ele ria. Ele ria da vida, das pessoas idiotas, dos atos idiotas e de quem se priva de tudo por medo.
Seu nome não é importante, ainda. Mas se sentirá alguém ao deixar tudo que é normal, tudo que é familiar aos seus olhos, tudo que ele sempre viu, tudo, e for para longe dali levando apenas em seu coração oque este lugar o ensinou, tudo.
Ao se virar de costas para a janela, ele vê suas malas prontas e suas passagens compradas.
Ele irá ganhar o mundo e se der mal continuará a enfrentá-lo.